sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

03 de janeiro - Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Jo 1,29


João Batista tinha um vasto círculo de discípulos, e entre estes, existia também dois pares de irmãos: Simão e André, Tiago e João, pescadores da Galileia

Justamente a dois desses, Batista indicou Jesus, no dia depois de seu batismo no rio Jordão. Indicou-o a eles dizendo: “Eis o cordeiro de Deus!” O que equivale a dizer: Eis o Messias. E aqueles dois seguiram Jesus, permaneceram por um longo tempo com Ele e se convenceram que era realmente o Cristo. Logo, disseram aos outros, e assim se formou o primeiro núcleo daquele que se tornaria o colégio dos Apóstolos.

Sob a luz desse texto, gostaria de destacar o papel decisivo do guia espiritual no caminho de fé e, em particular, na resposta à vocação de especial consagração para o serviço de Deus e do seu povo.
Já esta mesma fé cristã, por si, pressupõe o anúncio e o testemunho: de fato essa consiste na adesão à boa nova que é Jesus de Nazaré, que morreu e ressuscitou, e que é Deus. E assim, também o chamado a seguir Jesus, mais de perto, renunciando a formar uma própria família para dedicar-se à grande família da Igreja, passa normalmente através do testemunho e da proposta de um “irmão maior”, normalmente um sacerdote.
Isso sem esquecer o papel fundamental dos pais, que com sua fé genuína e alegre e seu amor conjugal mostram aos filhos que é lindo e é possível construir toda a vida sobre o amor de Deus.
Queridos amigos, rezamos a Virgem Maria para todos os educadores, especialmente os sacerdotes e pais, para que tenham plena consciência da importância de seu papel espiritual, para favorecer nos jovens, além do crescimento humano, a resposta ao chamado de Deus, a dizer: “Fala, Senhor, o teu servo te escuta”.

Hoje celebramos:



03 de janeiro - São José Maria Tomasi

José Maria Tomasi, Cardeal, que o Papa Pio VII beatificou no ano de 1803, e que o Sumo Pontífice João Paulo II inscreveu solenemente no livro dos Santos, em 12 de outubro de 1986, nasceu em Licata, Sicília, em 12 de setembro de 1649, filho primogênito de Julio Tomasi e Rosalia Traina, príncipes de Lampedusa e duques de Palma de Montechiaro.

Sua vida foi orientada para Deus desde seus primeiros anos. Treinado e educado na nobre casa paterna, na qual não faltavam riquezas ou virtudes, ele dava provas de um espírito muito disposto a estudar e ser misericordioso. Assim, seus pais cuidaram muito de sua formação cristã e de sua instrução nas línguas clássica e moderna, especialmente na língua espanhola, logo que ele foi destinado pela família à corte de Madri, tendo que herdar de seu pai, por seus nobres títulos, a dignidade de Grande de Espanha.

Mas, desde a infância, seu espírito aspirou a ser pequeno no Reino de Deus e a não servir aos reis da terra, mas ao Rei dos Céus. Ele cultivou em seu coração aquele desejo piedoso até obter o consentimento paterno para seguir sua vocação à vida religiosa.

Após ter renunciado, por documento notarial, ao principado que lhe pertencia por herança e ao muito rico patrimônio familiar, ingressou na Ordem dos Clérigos Regulares Teatinos, fundada por São Caetano de Thiene no ano de 1524. Ele emitiu a profissão religiosa em 25 de março de 1666.

No novo estado de vida, que ele abraçou para seguir o chamado de Cristo, ele foi capaz de se dedicar melhor à piedade e aos estudos. A sagrada liturgia o atraíra quando criança e, desde então, ele havia desejado usar as cores litúrgicas do dia. O canto gregoriano floresceu muito cedo em seus lábios, que exultaram de alegria ao cantar os salmos litúrgicos. Desde sua adolescência ele conheceu e apreciou, como por disposição inata, as línguas sagradas do latim e do grego.

Estudou estudos filosóficos em Messina, Ferrara, Bolonha e Modena; forçado a viajar por motivos de saúde. Teologia estudou em Roma, na casa de Santo André della Valle.
Em Roma, depois de receber o subdiaconato e diaconato, foi ordenado sacerdote na Basílica de Latrão no dia 23 de dezembro de 1673. Dois dias depois, na noite de Natal, ele celebrou sua primeira missa na igreja de S. Silvestre al Quirinal, então sede da Casa Geral dos Padres Teatinos.

A unção sacerdotal parecia incardinar definitivamente o Padre Tomasi em Roma e dar-lhe a cidadania romana. Na casa de S. Silvestre al Quirinal, durante quase quarenta anos da sua ordenação sacerdotal, dedicou-se com frutuosa intensidade à piedade, ao exercício humilde e perseverante das virtudes e ao estudo assíduo. Ao conhecimento do latim e grego, que adquiriu na adolescência, acrescenta agora a das línguas hebreias, siríaco, caldeu e árabe.
Transportado pelo seu exaltado amor pelos antigos documentos da Igreja e pelas saudáveis ​​tradições eclesiásticas, ele argumentou que se dedicar, em espírito de fé, à publicação de raros livros litúrgicos e textos antigos da sagrada liturgia, poderia ser uma boa maneira de sua perfeição religiosa.
Desta forma, ele conseguiu trazer à luz muitos tesouros sagrados que ficaram esquecidos nas bibliotecas.

De fato, graças à sua múltipla ciência das coisas sagradas, ele editou muitos volumes de argumentos bíblicos, patrísticos e principalmente litúrgicos. Destes, basta mencionar: Codices Sacramentorum nongentis annis vetustiores (publicado no ano de 1680); a edição crítica do Saltério em sua versão dupla romana e galaica: os Antifonários e os Responsórios da Igreja Romana que estavam em uso na época de São Gregório Magno (editado em 1686); a edição crítica dos títulos e argumentos da Bíblia Sagrada, de acordo com os códices do século 5 ao século 11 (publicado em 1688).

Pela sua vasta erudição e pelas suas excelentes e bem conhecidas virtudes, o Padre Tomasi gozava de tal fama e estima que havia muitos que procuravam o seu conhecimento e amizade e eram honrados com eles.

A rainha da Suécia, Cristina Alejandra, queria que entre os membros que adornavam seu círculo de estudiosos. A Academia Romana de Arcádia listou-o entre seus associados mais ilustres. O erudito Rabino da Sinagoga de Roma, Moisés Caverna, que foi convertido ao catolicismo por Pe. Tomasi, seu discípulo em hebraico, considerou-o amigo e pai na fé.
No entanto, quanto maior o elogio que seus contemporâneos lhe pagavam, mais ele tentava permanecer oculto, a ponto de publicar, por meio da humildade, algumas de suas obras sob um pseudônimo.

Estar em contato com pessoas importantes e eruditas da mesma categoria não impediu Tomasi de dedicar sua atenção à formação dos fiéis simples por quem ele compôs: Vera norma di glorificare Idéia e di longe Orazione secondo the dottrina delle Scriture divina e dei Santi Padri , e também Breve istruzione do modo di assistere frutuosamente ao Santo Sacrifício da Messa , e também uma versão reduzida de Salmos escolhidos e dispostos para facilitar a oração do cristão.
Ele foi nomeado Conselheiro Geral de sua Ordem, mas, por humildade, renunciou pouco depois, citando as muitas outras ocupações para as tarefas que já tinha na Cúria Romana, entre as quais, Consultor das Sagradas Congregações de Ritos e de Indulgências e Qualificador do Santo Ofício.

Suas numerosas publicações de argumentação litúrgica, nas quais combinava piedade e erudição, lhe valeram o título de "Príncipe dos liturgistas romanos" e o de "Doutor Liturgicus" com aqueles que o chamavam de alguns de seus contemporâneos.
Na verdade, não poucas normas que, emanadas da autoridade dos Romanos Pontífices e dos documentos do Concílio Vaticano II, estão agora em bom uso na Igreja, já foram propostas e desejadas por Pe. Tomasi. Entre eles, devemos lembrar: a forma atual da Liturgia das Horas para a oração do Ofício Divino; a distinção e uso do Missal e do Lecionário na celebração da Eucaristia; várias normas contidas no Pontifício e no Ritual Romano; o uso da linguagem vulgar que ele mesmo recomendou em devoções particulares e em orações feitas em comum pelos fiéis. Todos visavam promover uma participação mais íntima e pessoal do povo de Deus na celebração da Sagrada Liturgia.

Todos os seus sofrimentos e pressa em pesquisa e estudo não o desviaram minimamente do buscar, constantemente e com todas as suas forças, à conquista daquela perfeição evangélica à qual Deus o chamara desde a infância. Ele foi um exemplo para os outros por causa de sua profunda humildade, seu espírito de mortificação e sacrifício, sua fiel observância regular, sua mansidão, sua pobreza, sua piedade, sua devoção filial à Virgem Maria. Ajudou os pobres, consolou os doentes, tanto em casa como no hospital de São João de Latrão. Deste modo, a sabedoria e a caridade se uniram nele harmoniosamente.

Clemente XI, que conheceu pessoalmente o padre Tomasi e admirou suas virtudes exemplares e a ampla fama de sua doutrina, nomeou-o cardeal do título de Santos Silvestre e Martín al Monti, no Consistório de 18 de maio de 1712. Ele aceitou o cardinalato somente pela obediência ao mandato explícito do Papa.
Colocado nesse sublime grau, como luminária no candelabro, ele iluminou com o esplendor de suas virtudes tanto a Igreja Romana, que muitos o veneraram como novo São Carlos Borromeo, a quem ele havia proposto imitar.
Ele uniu à dignidade cardinal todas as virtudes que o distinguiram como um religioso teatino. Ele não mutilou sua regra anterior de vida nem um pouco. Para sua corte e para o serviço de sua casa ele escolheu, por razões de caridade, pessoas pobres, fracas, claudicantes e com outras deficiências físicas.
Em sua Igreja titular dos Santos Silvestre e Martin al Monti, ele não só participou com o clero de sua família, mas também participava das celebrações litúrgicas dos Padres Carmelitas, e também se dedicou a ensinar às crianças e a outros fiéis o catecismo da Igreja.

Mas o tamanho brilhante do bom exemplo e virtudes brilhou durante um tempo curto. Oito meses depois de seu cardinalato, quando participara da Capela Papal da Vigília de Natal, na basílica do Vaticano, atacado por uma violenta pneumonia, ele expirou santo em sua residência no palácio Passarini, na Via Panisperna. Era 1 de janeiro de 1713.

O primeiro panegírico do Cardeal Tomasi foi pronunciado pelo próprio Papa Clemente XI no Consistório, realizado um mês após seu trânsito. "Não podemos esconder", disse o Papa, "a dor íntima que a morte do isento e do piedoso Cardeal Tomasi nos causou ... Exemplo autêntico da mais sagrada e antiga disciplina, e de cujas virtudes e doutrinas ainda esperávamos."

A fama de santidade que acompanhou o cardeal Tomasi durante sua vida cresceu ainda mais após sua morte. Por isso, após apenas cinco meses de seu piedoso trânsito, iniciou-se o Processo Canônico de sua beatificação, a pedido de Clemente XI. 
Sua festa é comemorada em 3 de janeiro.


quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

02 de janeiro - João declarou: “Eu sou a voz que grita no deserto: ‘Aplainai o caminho do Senhor’” Jo 1,23


João Batista define-se como “uma voz que clama no deserto: preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas”. Esta voz proclama a palavra, mas em tal caso a Palavra de Deus precede, enquanto é ela mesma que desce sobre João, filho de Zacarias, no deserto.

Portanto, ele tem um grande papel a desempenhar, mas sempre em função de Cristo. Santo Agostinho comenta: João é a voz. Do Senhor, ao contrário, afirma-se: “No princípio era o Verbo”. João é a voz que passa, Cristo é a Palavra eterna que era no princípio. Se à voz tirarmos a palavra, o que permanece? Um som vago. A voz sem palavra atinge o ouvido, mas não edifica o coração.

Quanto a nós, hoje temos a tarefa de ouvir aquela voz para conceder a Jesus, Palavra que nos salva, espaço e acolhimento no coração. Neste tempo de Natal, podemos ver, com os olhos da fé, na Gruta humilde de Belém, a salvação de Deus.
Na sociedade consumista, na qual somos tentados a procurar a alegria nas coisas, João Batista ensina-nos a viver de maneira essencial, a fim de que o Natal seja vivido não só como uma festa exterior, mas como a festa do Filho de Deus que veio trazer aos homens a paz, a vida e a alegria verdadeira.


Hoje celebramos:



quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

01 de janeiro - Dia Mundial da Paz


A paz é um bem precioso, objeto da nossa esperança; por ela aspira toda a humanidade. Depor esperança na paz é um comportamento humano que alberga uma tal tensão existencial, que o momento presente, às vezes até custoso, “pode ser vivido e aceite, se levar a uma meta e se pudermos estar seguros dessa meta, se esta meta for tão grande que justifique a canseira do caminho”. Assim, a esperança é a virtude que nos coloca a caminho, dá asas para continuar, mesmo quando os obstáculos parecem intransponíveis (...)

As terríveis provações dos conflitos civis e dos conflitos internacionais, agravadas muitas vezes por violências desalmadas, marcam prolongadamente o corpo e a alma da humanidade. Na realidade, toda a guerra se revela um fratricídio que destrói o próprio projeto de fraternidade, inscrito na vocação da família humana.

Sabemos que, muitas vezes, a guerra começa pelo fato de não se suportar a diversidade do outro, que fomenta o desejo de posse e a vontade de domínio. Nasce, no coração do homem, a partir do egoísmo e do orgulho, do ódio que induz a destruir, a dar uma imagem negativa do outro, a excluí-lo e cancelá-lo. A guerra nutre-se com a perversão das relações, com as ambições hegemônicas, os abusos de poder, com o medo do outro e a diferença vista como obstáculo; e simultaneamente alimenta tudo isso(...)

Por isso, não podemos pretender manter a estabilidade no mundo através do medo da aniquilação, num equilíbrio muito instável, pendente sobre o abismo nuclear e fechado dentro dos muros da indiferença, onde se tomam decisões socioeconômicas que abrem a estrada para os dramas do descarte do homem e da criação, em vez de nos guardarmos uns aos outros. Então como construir um caminho de paz e mútuo reconhecimento? Como romper a lógica morbosa da ameaça e do medo? Como quebrar a dinâmica de desconfiança atualmente prevalecente?

Devemos procurar uma fraternidade real, baseada na origem comum de Deus e vivida no diálogo e na confiança mútua. O desejo de paz está profundamente inscrito no coração do homem e não devemos resignar-nos com nada de menos(...) 

O mundo não precisa de palavras vazias, mas de testemunhas convictas, artesãos da paz abertos ao diálogo sem exclusões nem manipulações. De fato, só se pode chegar verdadeiramente à paz quando houver um convicto diálogo de homens e mulheres que buscam a verdade mais além das ideologias e das diferentes opiniões. A paz é uma construção que “deve estar constantemente a ser edificada”, um caminho que percorremos juntos procurando sempre o bem comum e comprometendo-nos a manter a palavra dada e a respeitar o direito. Na escuta mútua, podem crescer também o conhecimento e a estima do outro, até ao ponto de reconhecer no inimigo o rosto dum irmão.

Por conseguinte, o processo de paz é um empenho que se prolonga no tempo. É um trabalho paciente de busca da verdade e da justiça, que honra a memória das vítimas e abre, passo a passo, para uma esperança comum, mais forte que a vingança. Num Estado de direito, a democracia pode ser um paradigma significativo deste processo, se estiver baseada na justiça e no compromisso de tutelar os direitos de cada um, especialmente se vulnerável ou marginalizado, na busca contínua da verdade. Trata-se duma construção social em contínua elaboração, para a qual cada um presta responsavelmente a própria contribuição, a todos os níveis da comunidade local, nacional e mundial(...)

Que o Deus da paz nos abençoe e venha em nossa ajuda.
Que Maria, Mãe do Príncipe da paz e Mãe de todos os povos da terra, nos acompanhe e apoie, passo a passo, no caminho da reconciliação.
E que toda a pessoa que vem a este mundo possa conhecer uma existência de paz e desenvolver plenamente a promessa de amor e vida que traz em si.


01 de janeiro - O Senhor te abençoe e te guarde! Nm 6,24

No primeiro dia do ano, a liturgia faz ressoar em toda a Igreja a antiga bênção sacerdotal, que ouvimos na primeira Leitura: “O Senhor te abençoe e te guarde! O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face, e se compadeça de ti! O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz!”

Esta bênção é um tríplice voto cheio de luz que brota da repetição do nome de Deus, o Senhor, e da imagem de seu rosto. Na verdade, para ser abençoado é necessário estar na presença de Deus, receber sobre si o Nome d'Ele e permanecer no feixe de luz que parte do seu rosto, no espaço iluminado pelo seu olhar, que difunde a graça e a paz.

Esta é também a experiência que fizeram os pastores de Belém. Eles fizeram a experiência de estarem na presença de Deus, da sua bênção, em um estábulo, diante de um "recém-nascido deitado na manjedoura".
É justamente desse menino que se irradia uma nova luz que brilha na escuridão da noite. Agora, é d'Ele que nos vem a bênção: do seu nome – Jesus, que significa "Deus salva" – e do seu rosto humano, no qual Deus, o Todo-poderoso, Senhor do céu e da terra, quis se encarnar, ocultando a sua glória sob o véu da nossa carne, para nos revelar plenamente a sua bondade.

Maria, a Virgem, esposa de José, a quem Deus escolheu desde o primeiro momento da sua existência para ser a mãe do seu Filho feito homem foi a primeira a ser preenchida por esta bênção. Ela, como a saúda Santa Isabel, é a "bendita entre as mulheres". Toda a sua vida está na luz do Senhor, no âmbito do nome e do rosto de Deus encarnado em Jesus, o “fruto bendito do seu ventre”.

Como Maria, a Igreja é mediadora da bênção de Deus para o mundo: acolhendo Jesus recebe a bênção e a transmite levando Jesus aos demais. Ele é a misericórdia e a paz que o mundo não pode dar para si mesmo e que o mundo precisa tanto e mais do que pão.
Queridos amigos, a paz, em seu sentido mais amplo e elevado, é a soma e a síntese de todas as bênçãos. A Igreja, no primeiro dia do ano, também invoca de maneira especial este sumo bem e o faz, como a Virgem Maria, mostrando a todos Jesus, porque: "Ele é a nossa paz" e, ao mesmo tempo, é o "caminho" através do qual homens e povos podem alcançar esta meta que todos aspiramos.
Papa Bento XVI – 01 de janeiro de 2012

Hoje celebramos: